Quinta, 21 de março de 2019
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10/01/2019 às 21h16

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Mãe mata afogado recém-nascido porque ele tinha HIV
De acordo com o delegado Edson Ruiz Ubeda, a mãe contou que tem Aids e que a criança nasceria contaminada, por isso, acabou cometendo o assassinato.
Mãe mata afogado recém-nascido porque ele tinha HIV
JD1Notícias.com

Após três semanas de investigação, uma mulher de 25 anos foi presa pela Polícia Civil de Itaquiraí/MS (a 164 quilômetros de Umuarama), após matar o próprio filho recém-nascido em um açude localizado no Assentamento Aliança. Ela afogou a criança no último dia 17 de dezembro, mas só agora foi localizada pela polícia. 


De acordo com o delegado Edson Ruiz Ubeda, a mãe contou que tem Aids e que a criança nasceria contaminada, por isso, acabou cometendo o assassinato. De acordo com o delegado da Polícia Civil de Itaquiraí, após o nascimento do filho, ela foi até o local, que é de propriedade da família e afogou o recém-nascido no açude. 


Ainda segundo o delegado, o recém-nascido foi encontrado ainda com cordão umbilical, e de acordo com a perícia quando o bebê foi localizado já estaria entre 24 a 100 horas no local. A mulher foi indiciada pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe. A Polícia Civil ainda não encerrou o inquérito, e aguarda materiais da perícia para conclusão do mesmo.


O caso


O corpo do bebê recém-nascido foi encontrado em uma represa no assentamento Aliança, em Itaquiraí. Quem encontrou a criança foi o proprietário do sítio, José Alberto Oliano, 52 anos, quando pela manhã, ao ir ao pasto buscar as vacas para ordenha encontrou dentro da represa que os animais usam como bebedouro o corpo da criança. Então ele chamou seu vizinho para que o mesmo pudesse ver e confirmar se era mesmo um bebê. 


Após a confirmação de que realmente se tratava do corpo de uma criança, eles acionaram a Policia Militar de Itaquiraí, que preservou o local até a chegada da equipe da Polícia Civil e Perícia. 


O corpo foi retirado da represa e encaminhado pela empresa funerária até o Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como morte a esclarecer.

FONTE: JD1Notícias.com

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